Que delícia! Não tenho mais palavras para descrever o que senti vendo o filme. Confesso que não sou muito fã de musicais, mas abri uma exceção para os britânicos mais famosos do mundo. E não me arrependi, nem por um minuto. As participações especiais tornaram tudo ainda mais interessante. Não acreditei nos meus próprios olhos quando percebi que o mendigo, sentado na esquina, cantando "Come Together" era na verdade Joe Cocker, escondidinho atrás de muita barba e cabelos longos, ou num bigode negro, no maior estilo "pimp" dos anos 70. Fiquei empolgadíssima ao encontrar ninguém menos do que Bono Vox, com o maior sotaque americano, guru psicodélico do grupo. Inocente e excitante, para mim, a película parece uma mistura entre "Os Sonhadores" e "Moulin Rouge". Gostosa de assistir. Vale a pena!
There's nothing you can do that can't be done.
Nothing you can sing that can't be sung.
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It's easy.
There's nothing you can make that can't be made.
No one you can save that can't be saved.
Nothing you can do but you can learn how to be in time
It's easy.
All you need is love, all you need is love, all you need is love love love
Love is all you need!
lunes, 14 de enero de 2008
Across the Universe
Que delícia! Não tenho mais palavras para descrever o que senti vendo o filme. Confesso que não sou muito fã de musicais, mas abri uma exceção para os britânicos mais famosos do mundo. E não me arrependi, nem por um minuto. As participações especiais tornaram tudo ainda mais interessante. Não acreditei nos meus próprios olhos quando percebi que o mendigo, sentado na esquina, cantando "Come Together" era na verdade Joe Cocker, escondidinho atrás de muita barba e cabelos longos, ou num bigode negro, no maior estilo "pimp" dos anos 70. Fiquei empolgadíssima ao encontrar ninguém menos do que Bono Vox, com o maior sotaque americano, guru psicodélico do grupo. Inocente e excitante, para mim, a película parece uma mistura entre "Os Sonhadores" e "Moulin Rouge". Gostosa de assistir. Vale a pena!
There's nothing you can do that can't be done.
Nothing you can sing that can't be sung.
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It's easy.
There's nothing you can make that can't be made.
No one you can save that can't be saved.
Nothing you can do but you can learn how to be in time
It's easy.
All you need is love, all you need is love, all you need is love love love
Love is all you need!
viernes, 11 de enero de 2008
Meu Nome Não É Johnny
Defitivamente o Selton leva o filme nas costas. E quando digo Selton, tô falando dele mesmo e não do Estrella. A verdade é que as partes mais gostosas e mais interessantes da película vêm de atitudes da pessoa Selton Mello, daquele jeitão estranho, das falas escraxadas e rapidinhas. A história até pode ser interessante, mas tenho certeza de que todo mundo já sabe o que vai acontecer antes de entrar no cinema, então o que vale é a interpretação do nosso protagonista. As brincadeiras na gôndola, as pernoquinhas roliças, o tamanduá bandeira do caralho, o inglês com sotaque, tudo isso compõe a levada gostosa do filme. Dá até pra perdoar a cena do tribunal e a mudança (demasiado) drástica de alguns personagens depois da prisão. A trilha, na minha opinião, é coadjuvante importantíssima. Deliciosa e certeira, na medida do possível. Minha única dúvida é quanto tempo e quantos filmes ainda vamos perdoar simplesmente pelo jeito Selton Mello de ser. Será que daqui a pouco já estaremos de saco cheio dos tiques nervosos ou isso ainda vai ser tão divertido e interessante como agora? Resumindo, vale a pena conferir!
miércoles, 12 de diciembre de 2007
Viagem a Darjeeling
O filme se resume em duas palavras: traveling (sem querer brincar com o título) e casting. Se não fossem exatamente esses três mosqueteiros tudo seria completamente diferente. E, se o movimento de câmera fosse "menos reto", tudo seria muito menos interessante. A química entre os atores é impressionante e a simplicidade dos diálogos e reações deles faz a gente sentir a história muito mais real. O que começa como uma viagem espiritual, em busca do encontro interior e das relações entre eles, acaba virando (depois de analgésicos clandestinos, muito xarope para tosse e um acidente com spray de pimenta) uma aventura por terras desconhecidas, aliada a obrigação de carregar uma enorme bagagem, literal e psíquica, da qual nossos heróis, depois de alguns rituais adaptados, conseguem feliz e excitantemente, se livrar. Que alívio!
As cores são lindas e a maneira esdrúxula de ver o mundo daquela família me fez repensar os meus próprios encontros familiares. Mas, mais do que qualquer outra coisa, o filme nos deixa entretidos, é cheio de surpresas e participações especiais que, de acordo com a atmosfera da película, não fazem o menor sentido no primeiro momento. Foi uma surpresa gostosa!
viernes, 16 de noviembre de 2007
O Magnata
Bom, em primeiro lugar tenho que confessar que entrei na sala com as expectativas lá em baixo. Eu esperava ver o pior filme do ano alí na telona. E, como de costume nessas situações, não foi assim. Claro que o orçamento e a contribuição de grandes profissionais do cine ajudaram a levantar a película. A história é normal, uma sequência de planos bem cliches, a atuação da maioria dos personagens é pobre mas, no final, o filme nos deixa entretidos. O maior pecado, na minha opinião, foi enfiarem uma animação que nada tem a ver com nada no meio da história. De repente, somos jogados numa mescla de desenho animado moderno e video-game e, o que era pra ser uma viagem do protagonista, se transforma numa desculpa mal contada para a aparição do D2 e, provavelmente, uma ajuda para algum desenhista ou animador amigo do Chorão. Além disso, achei uma pena os roteiristas, entre eles Braulio Mantovani, terem se deixado levar pelo caminho mais fácil na hora de explicar o porque do comportamento do Magnata. A situação "mãe alcoolatra, pai falecido e muita grana" já foi reinventada um milhão de vezes e, dessa vez em particular, poderia ter sido melhor explorada. Mas, ver o Paulinho Vilhena em tamanho família foi tão gostoso que eu quase esqueci dessa parte. Uma coisa interessante e que poderia ter sido mais enfatizada foi o diálogo entre o protagonista e a sua própria consciência, nesse caso, o Marcelo Nova. Isso quebrou um pouco o ritmo frenético do filme e, de forma divertida mostrou o lado mais humano do personagem. Só não entendi como ele pode estar contando a própria história, mais velho, se (QUEM NAO VIU O FILME QUE PULE ESSA LINHA) ele morre no final. Fiquei com essa dúvida. De quem é o ponto de vista? Em resumo, as imagens são bonitas, a história sem surpresas...para um filme de auto-promoção do Charlie Brown até que poderia ter sido pior. Relendo tudo isso me peguei pensando: que coisa, será que estamos tão acostumados com a decepção (e segurança) do "extremamente previsível" que acabamos nivelando as nossas opiniões "por baixo" como dizem por aí? Acho que caí na armadilha...
viernes, 9 de noviembre de 2007
December Boys (Um Verao Para Toda Vida)
Fui sem grandes expectativas, talvez por isso eu tenha me surpreendido. O filme é simples, pequeno, mas interessante. Bem na levada australiana. Acho que o que mais me satisfez foi o fato de que apesar de ser uma história sobre meninos novinhos, que normalmente aprontam, criam situações problemáticas e acabam se prejudicando por isso, nenhum deles fez o bastante para abalar as relações com os mais velhos ou mesmo entre eles. Em momento algum fiquei com raiva da atitude dos pequenos. Diferente do que normalmente acontece nos filmes com crianças, eles se comportaram muito bem, e apesar disso a história continuou emocionante. O mais difícil foi conseguir desvincular a figura do Harry Potter do nosso ator principal e, seguindo essa linha, acreditar que com aquele corpo e pelos nas pernas ele ainda não tinha dezoito anos, a idade limite para viver no orfanato. Deixando esses pequenos detalhes de lado, foi uma surpresa agradável.
lunes, 10 de septiembre de 2007
Cidade dos Homens
O filme é uma delícia de assistir. O ritmo é gostoso, as cenas são lindas, os atores são bons. Como eu não vi a série, fica mais difícil comentar. A única coisa que me incomodou um pouco foi a falta de um propósito para a história toda. Senti como se o roteiro fosse só uma desculpa para fazer um filme e não uma história que precisasse ser contada.
Vale a pena num domingo preguiçoso. E, talvez, se eu estivesse interada, poderia ter escrito mais sobre a pelicula.
viernes, 10 de agosto de 2007
Saneamento Básico
Eu sou fã dos filmes simples. Não acho que seja necessário muito pra contar bem uma história. Mas nesse caso faltou bastante. Pra ser muito sincera, eu nem sei dizer exatamente o que me incomodou mais. Se foram os figurinos que não tinham muito a ver com a locação, se foram as falas dubladas (a voz fala uma coisa e a imagem outra), o sotaque falso dos velhos italianos, os passeios sem nexo do pai da Fernanda Torres pela floresta. O final sem dúvidas me deixou decepcionada. É uma pena porque a história é interessante e o nome do filme também. Claro que dei risada e até me emocionei um pouco, mas não acreditei no que estava vendo nem por um minuto. Eu sabia o tempo todo que todos alí na telona estavam mentindo pra mim. E, uma última pergunta: era realmente necessário colocar a Camila Pitanga tirando a roupa no final? Pra mim estava muito mais interessante antes de ver a cena por inteiro.
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